domingo, 30 de maio de 2010

Esgoto a Céu Aberto




Moradores do bairro Vila do Cél , reclamam que na rua Orlando Mario Farina
os moradores locais reclamam que não tem rede de esgodo na rua, e o esgoto das casas estão sendo colocado a cel aberto
o mal cheiro e os mosquitos , encomodam moradores , alem de espor a saude publica!!
Eles pedem que a prefeitura local tome aguma providencia  a respeito do fato
Eles afirmam que a prefeitura ja foi informada do caso, mas nada foi feito até o dia de hoje
e dizem que isso é uma poca vergonha, um descaso da prefeitura!!!
Pedem que a prefeitura tome uma providencia , por que eles não se sentem bem no meio do ESGOTO

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Informações sobre Violência Sexual contra a Mulher:

"Qualquer ato de violência baseado na diferença de gênero, que resulte em sofrimentos e danos físicos, sexuais e psicológicos da mulher; inclusive ameças de tais atos, coerção e privação da liberdade seja na vida pública ou privada". - Conselho Social e Econômico, Nações Unidas (1992)


Violência contra a mulher é um sério problema de saúde pública, assim como uma violação dos direitos humanos. Existem muitas formas de violência contra a mulher, dentre elas a violência psicológica, a física e a sexual. E todas essas formas de violência podem ter sérias implicações para a saúde sexual e reprodutiva da mulher. Violência contra a mulher também pode ser institucional, ou seja quando os serviços oferecidos por uma instituição e sistemas públicos são prestados em condições inadequadas resultando em danos físicos e psicológicos para a mulher (por exemplo: longas esperas para receber tratamento, intimidação, mal trato verbal, ameaças e falta de medicamentos).  


Violência e a saúde da mulher
 
Em muitas culturas, a violência contra a mulher é aceita; e normas sociais sugerem que a mulher é a própria culpada da violência por ela sofrida apenas pelo fato de ser mulher. Essas atitudes sociais podem ser exercidas também por profissionais da área de saúde, resultando algumas vezes no tratamento inadequado ou impróprio quando se trata de uma mulher vítima de violência que busca atendimento de saúde.
A violência contra a mulher pode ter tanto efeitos de longo prazo, quanto de curto prazo. Algumas vezes o resultado pode inclusive ser fatal. Por exemplo: Uma violência sexual pode resultar em uma gravidez indesejada que por sua vez leva a prática do aborto inseguro. Mulheres que vivem com parceiros violentos podem não ter escolha no uso de métodos anticoncepcionais. Além disso a violência pode ainda contribuir com abortos espontâneos, e o aumento do risco de infecções por doenças sexualmente transmissíveis como por exemplo o HIV/ AI


A violência e os direitos da mulher
 
Vários acordos internacionais manifestam claramente que a violência contra a mulher constitui uma violação dos direitos humanos. Por exemplo:
• Em 1979, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotaram a "Convenção de Eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher", conhecida como a Lei Internacional dos Direitos da Mulher. Essa convenção define o que se constitui discriminação contra a mulher e estabelece uma agenda de ações a fim de acabar com a discriminação.

• Em 1993, a Assembléia Geral das Nações Unidas aprovou a "Declaração da Eliminação da Violência contra a Mulher", o primeiro documento internacional de direitos humanos focado exclusivamente na violência contra a mulher. Esse documento afirma que a violência contra a mulher viola e degrada os direitos humanos da mulher em seus aspectos fundamentais de liberdade.

• Em 1995, a Plataforma por Ação de Beijing (da Quarta Conferência Mundial da Mulher) chama a atenção dos governos a "condenarem a violência contra a mulher e eliminarem alegações baseadas em tradições, costumes, e religião como forma de desculpas por se manterem afastados de suas obrigações com respeito a "Declaração da Eliminação da Violência contra a Mulher". 

A ratificação por parte de 184 países, em setembro de 2006, da Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, e várias conferências mundiais sobre mulheres, culminando com a Declaração e Plataforma para Ação de Pequim, em 1995, estabeleceram em termos cada vez mais concretos os desafios a serem enfrentados e as ações necessárias para aumentar o poder da mulher.
No Brasil, a violência contra a mulher é crime e a Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, coíbe a violência doméstica e familiar contra as mulheres. Uma das grandes conquistas dessa Lei foi reconhecer que quando essas violências contra a mulher acontecem no ambiente doméstico ou são cometidas por pessoas que têm ou tiveram intimidade com a vítima, tais como maridos, noivos ou namorados (atuais ou ex), é preciso um olhar e uma atuação específica da polícia, da justiça e de um conjunto de órgãos governamentais.

Além disso, a lei federal 10.778/2003 estabelece a notificação compulsória, no território nacional, dos casos de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos ou privados. A notificação é um importante instrumento para o planejamento de políticas públicas para eliminar a violência contra a mulher, tendo como base as informações coletadas pelos serviços de saúde, tais como: onde a violência acontece, que tipo de violência ocorre com mais frequência, quem comete a violência, qual é o perfil da mulher que sofre a violência, etc.

No entanto, apesar desses ganhos e compromissos, as promessas ainda não se materializaram para muitas mulheres, adolescentes e crianças do sexo feminino. Desde as crianças excluídas da educação em razão do gênero até adolescentes que podem morrer em decorrência de problemas relacionados à gravidez e ao parto, ou que enfrentam violência e abuso sexual, a discriminação de gênero leva a violações de direitos que repercutirão em todo o ciclo de vida.





sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

FOTOS DE CANGUÇU !!!


CANGUÇU , VISTA DO SATELITE !!

DROGAS NÃO , VIDA SIM

SONHO OU PESADELO?


Ao longo de sua história, ao explorar a natureza, a humanidade foi descobrindo uma grande variedade de substâncias vegetais que, adequadamente preparadas, podem provocar sensações agradáveis ou suprimir dores e angústias.
Nesse sentido, o ser humano tem usado substâncias entorpecentes para várias finalidades. Como artifício para lidar com o próprio corpo (contra a insônia, a depressão...), favorecer a sociabilidade (o álcool), ou propiciar experiências religiosas (a ayahuasca, bebida usada por certos povos amazônicos).
De fato, elas podem ajudar a realizar sonhos legítimos, atenuando seus efeitos nocivos por médicos ou pelo próprio grupo ou ritual.
O problema aparece quando o consumo foge ao controle social, devido à sua exploração comercial, tornando-as um drama para a convivência humana.

Quando as drogas tornam-se acessíveis a qualquer pessoa (até a crianças e adolescentes), rompe-se o equilíbrio do consumo socialmente controlado, e os danos aumentam e podem ser mortíferos. Nesse caso, as drogas não ajudam a realizar sonhos, antes transformam a vida num trágico pesadelo
TODOS SOMOS AFETADOS
De nosso país, até nosso bairro ou edifício, estamos conectados a esse vasto sistema das drogas. Além do “mundo das drogas”, freqüentado por marginais e pessoas desclassificadas, são muitos os fios de conexão entre o sistema das drogas e a sociedade em geral.
Essas conexões ficam mais claras quando se levam em conta todas as conseqüências diretas e indiretas do tráfico e do consumo de drogas. Quantas pessoas que nunca consumiram drogas são assaltados por gente drogada, que rouba para comprar drogas? Quantos sofrem acidente de trânsito por causa de motoristas embriagados? E a lista poderia ir longe.
O sistema das drogas causa muito mais vítimas do que parece à primeira vista.
RESPONSABILIDADE DE TODOS
Isso nos obriga a rever certas atitudes simplistas que reduzem o problema a uma questão individual, fechando os olhos para a complexidade do tema e limitando-se a propor terapias de recuperação.


Nunca é demais lembrar os estragos feitos pelo narcotráfico, sobretudo nas periferias, pensar nos gastos públicos com o tratamento de saúde dos fumantes, ou ainda no custo social do alcoolismo e tudo o que ele acarreta: acidentes de trânsito, desemprego, brigas e mortes, desmanche familiar... e há ainda o vírus HIV entre usuários de drogas injetáveis, o aumento da violência e a extensão do crime organizado a quase todas as esferas da sociedade.
Se é certo que a terapia é indispensável, importa também considerar outras ações possíveis contra o sistema das drogas, dentro do espírito de responsabilidade compartilhada.
Diante da magnitude do sistema das drogas, hoje, a necessidade de compartilhar as responsabilidades se tornou mundial, pois nenhum país é capaz de impedir sua expansão sem a colaboração de outros.
ALGUMAS DROGAS E SEUS EFEITOS
As drogas podem ser classificadas como depressoras, estimuladoras ou perturbadoras. A seguir estão as mais freqüentes no Brasil:
Depressoras
Álcool: é uma droga lícita e seu uso é socialmente estimulado. Seus efeitos sobre o comportamento dependem da quantidade ingerida. O álcool provoca diversos problemas de saúde, como a gastrite, a cirrose hepática, dormência nas pernas.
Inalantes ou Solvente: são produtos usados em atividades industriais (cola de sapateiro), comerciais e domésticas.
Os inalantes evaporam à temperatura ambiente e podem ser “cheirados”. Têm propriedades anestesiantes e tranqüilizantes; induzem à euforia e ao delírio, provocam a sensação de desequilíbrio. São tóxicos para o sistema nervoso, fígado e coração. A longo prazo, provocam também perda de peso e lesões no cérebro.
Estimulantes
Anfetamina e ou “bolinhas”: obtidas em laboratório, são produtos sintéticos. Podem ser comprimidos ou injetáveis. São drogas ilícitas, exceto para uso médico. Estão contidas nos moderadores de apetite. Trazem sensação semelhante à da cocaína. Após os efeitos, surgem angústia, pânico, medo, idéias de perseguição, cansaço intenso, depressão, perda de apetite, suor, irritação de pele, entre outras.
Cocaína: é um dos mais potentes excitantes do sistema nervoso central. Em estado natural, a coca da região dos Andes é mascada para disfarçar a fadiga, a fome e a sede. Quimicamente potencializada, a coca torna-se um pó branco capaz de estimular o estado de alerta, reduzir o sono e acelerar o pensamento. Seu uso pode causar lesões no septo nasal, alteração do ritmo cardíaco, provocando taquicardia e palpitações. Seu uso continuado provoca graves danos à pessoa.
Crack: é o nome dado à cocaína transformada por meio de soda cáustica ou bicarbonato de sódio, para se tornar própria para fumar. Cria dependência com muita facilidade. Inicialmente, o usuário tem a sensação de confiança em si mesmo, de poder e excitação. Após seu uso, segue-se um período de depressão, paranóia e outros sintomas. A pessoa pode tornar-se violenta e suicida em potencial. É conhecida como a “droga da morte”.
Nicotina: aspirada pelo fumo do tabaco, causa inúmeros malefícios cardiológicos e respiratórios. A nicotina produz dependência física. A condição de droga lícita favorece seu uso, embora já tenha sido citada como causadora de 24 doenças.


Perturbadoras
Maconha: é o nome popular de um arbusto de origem asiática. Suas folhas secas são transformadas em cigarro: o “baseado”. A longo prazo e intensamente usada, provoca o aumento do apetite, transpiração excessiva, tremores e ansiedades, aumento dos batimentos cardíacos e estados alterados de consciência.
Ecstasy: droga sintética, é uma mistura de anfetamina e alucinógenos, feita em laboratório e consumida em forma de comprimido ou pílula.Deixa a pessoa extremamente excitada, provoca euforia e desejo de contato físico. Passado o efeito, a pessoa sente náuseas, pânico, cansaço e fadiga. Em usuários crônicos, pode provocar depressão, demência e delírio.
AÇÃO SOLIDÁRIA
Sem ignorar nem desprestigiar qualquer trabalho neste campo, a Campanha da Fraternidade quer intervir na realidade reconhecendo que a droga não é o principal problema do tóxico-dependente e, sim, a falta de sentido positivo da vida. Para qualquer forma de intervenção, nunca podemos esquecer o cenário mais amplo.
As ações que forem sendo assumidas devem ser resultado de uma reflexão ampla que vai do âmbito pessoal às políticas públicas. Reflexão que passa pela exigência de mudança de posturas pessoais, com gestos de resistência à mentalidade consumista, até à transformação de estruturas marcadas por uma economia de mercado que visa mais ao lucro do que à qualidade de vida das pessoas e da sociedade.
Uma das ações possíveis e importantes é a implantação da Pastoral da Sobriedade, que atua em cinco frentes de trabalho:
1.º Prevenção: dirigida ao público que nunca experimentou drogas e àqueles que já as experimentaram, sem, entretanto, terem se habituado ao uso.
2.º Intervenção: atua junto ao público que já se iniciou no uso de drogas, faz uso dela com alguma freqüência, mas ainda não se tornou uma vítima crônica.
3.º Recuperação: oferece atendimento aos usuários de droga, em que já se instalou a dependência química, física ou psicológica.
4.º Reinserção social: auxilia os que passaram por um tratamento, nos desafios que enfrentam em seu dia-a-dia.
5.º Atuação política: desenvolve reflexões e atividades junto aos organismos que atuam na sociedade (Conselhos, fóruns...), defendendo sempre uma política “antidrogas” que seja eficaz, prática e que gere vida.
PARA REFLETIR 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

DROGAS NÃO !!!!

Open in new window

O comércio de drogas possui um ciclo vicioso difícil de exterminar. Os consumidores de drogas procuram satisfazer seus vícios e procuram por traficantes que possuem o produto que desejam utilizar. Os traficantes são financiados cada vez que recebem pela droga vendida, buscando pelo tráfico de armas, para se defenderem de outras facções e da polícia, comprando armamentos utilizados em outros países, pelo exército. Isto, quando não compram aqui mesmo no Brasil.

Os consumidores de drogas (maconha, cocaina, craque) financiam a entrada de mais e mais drogas pelas fronteiras existentes no Brasil, que são díficeis de serem fiscalizadas, por sua enorme extensão.

Podemos concluir que a onda de violência, vista no Rio de Janeiro, nada mais é, do que o resultado do financiamento realizado pelos consumidores de drogas, que compram destes traficantes e pagam pelos armamentos que eles compram.

Os consumidores de drogas iniciam este ciclo vicioso, e são também responsáveis por todos os crimes cometidos por seu financiamento. Cada vez, que o usuário de drogas estiver fumando o seu cigarro de maconha, cheirando cocaína ou fumando craque, deveria ter em sua consciência que o dinheiro que ele deixou na mão do traficante, um dia, poderá matar alguém da sua família.

Os consumidores de drogas são tão criminosos quanto os traficantes.

Pense nisso.

PAISAGEM QUE DEVEMOS VALORIZAR , CUIDANDO DA NATUREZA



VALORIZE ENQUANTO TEMOS!!!

CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA , EMERGÊNCIA,OBSTÁCULOS E DESAFIOS


INTRODUÇÃO
O problema ecológico, em nossa sociedade, assumiu, em anos recentes, uma centralidade e presença marcantes na vida cotidiana. Habita o concreto de nossas vidas, a cultura do tempo, assim como as subjetividades individual e coletiva. Dificilmente vivemos, um dia sequer, sem registrar uma referência à esta realidade e seus efeitos abrangentes.
Este trabalho propõe uma reflexão crítica sobre o fenômeno da consciência ecológica. Busca compreender o significado dessa noção, sua origem histórica - material e simbólica - os fatores sociais, ambientais, culturais, econômicos e políticos que a impulsionaram, como também os principais obstáculos e desafios a seu avanço.
Os motivos que conduziram à presente análise são questionamentos que refletem a crise sócio-ambiental contemporânea. Busca-se compreender as possibilidades e os limites de transformar a consciência e os comportamentos individuais e sociais, no sentido de valorização da vida, das relações sociais e destas com a natureza.
As marcas do tempo mostram sinais contraditórios. Somos parte de uma espécie que é , simultaneamente, solidária e egoísta, salvadora e destruidora, sapiens (inteligente) e demens (demente) (Boff, 1995). Quem vencerá essa luta? Saberemos compreender a crise em que estamos envolvidos e pôr em prática respostas sensatas e viáveis ou esperaremos o impasse e o desastre para agir? Trabalharemos preventivamente, usando o tempo a nosso favor, ou o usaremos contra nós, tardiamente ? Saberemos nos organizar em defesa da vida e de sua qualidade ou nos adaptaremos à sua degradação, numa atitude resignada e conformista? Como na tradição chinesa, o ideograma que representa a idéia de crise significa, simultaneamente, perigo e oportunidade. Qual sua opção?
Consciência ecológica é uma expressão, exaustivamente utilizada na bibliografia especializada, de anos recentes, sem uma preocupação [fim da página 139] da maioria dos autores de precisarem a que, exatamente, estão se referindo. A noção focalizada se contextualiza, historicamente, no período pós Segunda Guerra Mundial, quando setores da sociedade ocidental industrializada passam a expressar reação aos impactos destrutivos produzidos pelo desenvolvimento tecnocientífico e urbano industrial sobre o ambiente natural e construído. Representa o despertar de uma compreensão e sensibilidade novas da degradação do meio ambiente e das conseqüências desse processo para a qualidade da vida humana e para o futuro da espécie como um todo. Expressa a compreensão de que a presente crise ecológica articula fenômenos naturais e sociais e, mais que isso, privilegia as razões político-sociais da crise relativamente aos motivos biológicos e/ou técnicos. Isto porque entende que a degradação ambiental é, na verdade, conseqüência de um modelo, de organização político-social e de desenvolvimento econômico, que estabelece prioridades e define o que a sociedade deve produzir, como deve produzir e como será distribuído o produto social. Isto implica no estabelecimento de um determinado padrão tecnológico e de uso dos recursos naturais, associados a uma forma específica de organização do trabalho e de apropriação das riquezas socialmente produzidas. Comporta, portanto, interesses divergentes entre os vários grupos sociais, dentre os quais aqueles em posição hegemônica decidem os rumos sociais e os impõe ao restante da sociedade. Assim, os impactos ecológicos e os desequilíbrios sobre os ciclos biogeoquímicos são decorrentes de decisões políticas e econômicas previamente tomadas. A solução para tais problemas, por conseguinte, exige mudanças nas estruturas de poder e de produção e não medidas superficiais e paliativas sobre seus efeitos.
DEFININDO O FENÔMENO DA CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

Essa consciência ecológica, que se manifesta, principalmente, como compreensão intelectual de uma realidade, desencadeia e materializa ações e sentimentos que atingem, em última instância, as relações sociais e as relações dos homens com a natureza abrangente. Isso quer dizer que a consciência ecológica não se esgota enquanto idéia ou teoria, dada sua capacidade de elaborar comportamentos e inspirar valores e sentimentos relacionados com o tema. Significa, também, uma nova forma de ver e compreender as relações entre os homens e destes com seu ambiente, de constatar a indivisibilidade entre sociedade e natureza e de perceber a indispensabilidade desta para a vida humana. Aponta, ainda, para a busca de um novo relacionamento com os ecossistemas naturais que ultrapasse a perspectiva individualista, antropocêntrica e utilitária que, historicamente, tem caracterizado a cultura e civilização modernas ocidentais.(Leis, 1992; Unger, 1992; Mansholt, 1973; Boff, 1995; Morin, 1975).

CONSCIÊNCIA GLOBAL

[nuvens1.JPG]Digo-te já que me deu cá um trabalhão deslindar a paranóia do Aquecimento Global...
Aliiita! Eu tenho um trabalho a fazer! Vai aos finalmentes!
Livra, não andas nada bem! Saudades de casa?
Alita, não era uma crítica, eu estou é ansioso para saber o que descobriste. Até porque eu também estou a obter uns resultados interessantes.
Ahh, então podemos fazer uma competição: quem terá obtido resultados mais interessantes?
Boa! Mostra-me lá as tuas descobertas que eu depois mostro-te as minhas.
Então lá vai. Como sabes, eles não sabem que os planetas se afastam do Sol.
Sim, ainda ignoram o fenómeno do Desvanecimento.
Exacto. Ora acontece que os cientistas que estudam os vestígios do passado da Terra chegam sistematicamente à conclusão que a temperatura terrestre é sempre crescente em direcção ao passado.
Claro, pois se a Terra estava mais próxima do Sol...
Claro para nós, mas misterioso para eles. Eles pensam que a distância ao Sol é constante e que a energia radiada pelo Sol era menor no passado, logo a Terra deveria ser mais fria no passado, nunca mais quente!
Estou a ver. E então?
Então, andaram à procura de uma causa e repararam numa coisa: os níveis de Dióxido de Carbono são crescentes em direcção ao passado!
Claro! Qual é a admiração?
Eles não se admiraram, sabem que o dióxido de carbono vai desaparecendo em carvão, carbonatos, etc. Mas acharam que tinham encontrado uma explicação: efeito de estufa causado pelo Dióxido de Carbono!
Como é isso?
Fizeram modelos climáticos. Tinham uma dificuldade: não sabiam contabilizar o efeito das nuvens. Mas verificaram que se presumissem que o efeito delas era nulo, a introdução do dióxido de carbono no modelo originava um aumento de temperatura próximo do observado nos últimos milhões de anos!
Só por acaso! O clima é completamente determinado pelas nuvens e pela irradiação solar.
Isso sabemos nós, mas eles não sabem. Agora, mete-te na cabeça deles: como explicar a espantosa contradição entre temperatura e irradiação solar para quem não sabe que a Terra se afasta do Sol?
Estou a ver, a correlação entre o dióxido de carbono e a temperatura era demasiadamente tentadora...
Exacto.
Mas ouve lá, isso não faz sentido, eles fazem ideia de quão quente foi o passado terrestre?
Os registos mais ou menos fidedignos de que dispõem não se estendem muito para além dos 60 milhões de anos, por isso não têm uma perspectiva muito sólida da história térmica da Terra. Calculam que a temperatura global tenha descido uns 7 ºC nos últimos 100 milhões de anos.
E não têm mais dados?

Têm vários indícios, mas a sua interpretação pode ser diversa. Embora alguns sejam bastante claros, nomeadamente a data de aparecimento da água à superfície ou que as bactérias primitivas, as arqueobactérias, eram termófilas. Já descobriram várias que vivem a temperaturas elevadas e a uma pressão de várias atmosferas, como a Pyrolobus fumarii , que vive a 113ºC; eles têm evidências de que essas eram as condições na Terra quando a Terra já tinha mais de metade da idade que tem hoje!
E querem explicar isso com o dióxido de carbono?
A alternativa seria fazer investigação fundamental, questionar as bases do seu conhecimento, mas isso está fora de questão para eles.
Mas ouve lá, isso continua a não fazer sentido: num modelo sem nuvens, a temperatura subirá quase tanto no equador como nos pólos, o que não acontece. Como é que ultrapassaram isso?
Meu querido, eles funcionam assim: a melhor das hipóteses que conseguem produzir é adoptada como “verdadeira”, enquanto não aparecer uma melhor. Evidências de que não pode ser o dióxido de carbono têm muitas, agora até têm uma muito forte, pois já sabem que Marte também teve um passado quente do qual o dióxido de carbono não poderá ter sido a causa; o que não têm é uma hipótese melhor!
Ser contra as observações não a elimina?
Não, a Ciência tem de ter sempre uma explicação; assim elegem a menos má como a verdadeira... do momento. O problema não está neste procedimento, está em não fazerem investigação fundamental.
Claro. As bases do conhecimento têm de ser continuamente questionadas e investigadas. Vejo que ainda não perceberam bem isso...
Eu tenho uma teoria sobre isso, mas fica para outra altura. Nota, no entanto, que a Ciência se limitou a investigar a hipótese de o dióxido de carbono ser a causa do aquecimento do passado. Esta paranóia do Aquecimento Global não foi provocada pela Ciência.
Não foi?
Não, isto é Política. Imagino que tenha a ver com a necessidade de desenvolver energias alternativas ao petróleo. Alguém se terá lembrado de que a associação que os cientistas andavam a testar entre aquecimento e dióxido de carbono servia às mil maravilhas: bastava apresentar o dióxido de carbono como responsável por uma catástrofe ecológica!
Mas qual catástrofe? Um aumento da temperatura média seria óptimo, significa temperaturas mínimas mais altas e máximas mais suaves, um clima mais uniforme. O arrefecimento é que é catastrófico!
Claro! Mas isso não interessa, é só um pretexto, a subida da temperatura média é insignificante, nem 0,5ºC nos últimos 50 anos. Claro que isso não dizem, falam apenas de projecções fantásticas de não sei quantos graus no futuro. São tretas atrás de tretas, furacões, subidas mágicas do nível das águas, até com secas eles ameaçam, vê lá tu!
Quanto maior a temperatura média, maior a pluviosidade...
Claro. Toda a campanha do Aquecimento Global é feita para actuar no Inconsciente dos humanos
Estou a ver. É como a campanha do tabaco. O tabaco causa doenças horríveis mas não imagino qual possa ser a ligação do tabaco ao cancro; mas o que interessou é que o uso desse argumento é altamente efectivo. Cancro, impotência, fumadores passivos, usaram tudo o que se lembraram.
É isso. Aqui fizeram o mesmo e também funcionou.
Está bem, mas o que é que isto tem a ver com o Evento Solar?
Dentro de uma ou duas décadas perceber-se-á que, afinal, o tabaco nada tem a ver com o cancro; com o aquecimento global irá passar-se o mesmo. Conheces a lenda deles do menino e do lobo?
Sim, estou a perceber-te. Para fazer face ao Evento Solar é necessário mobilizar toda as capacidades, só que, nessa altura, Governos e Ciência terão perdido a credibilidade.
Exacto, é esse o meu receio.
Mas se me permites, também vejo um lado muito positivo nisso tudo.
Qual?
Segundo me explicaste, para gerir a sociedade humana não se pode ser racional. A Razão, neles, serve para construir a argumentação que vai suportar o que já foi decidido pelo seu Inconsciente, que é a verdadeira fonte das ideias e decisões. Não se convence os humanos a deixarem de fumar com a Razão, não é? O diálogo poder-povo não é com a Razão, é com o Inconsciente.
Sim, é certo. É preciso falar para os instintos, os medos, os desejos, fazer associações simplórias com as ideias aprendidas e as experiencias de vida. Como fazem as Igrejas.
Então repara: esta cena do aquecimento global deu uma contribuição importante para o desenvolvimento duma consciência global. Parece concebida para provocar esta resposta nos humanos. É um atentado à Razão, mas eficaz a nível do Inconsciente. E conseguir esta Consciência Global é o primeiro passo para que eles sejam capazes de enfrentar o Evento Solar e os outros desafios do futuro. Um primeiro passo essencial, crítico.
Sim, tens razão!!!
Ah, os teus olhos já têm aquele brilho positivo de que tanto gosto!
Cala-te! Tens muito que fazer, já te esqueceste? Mas não te entusiasmes porque há um pequeno detalhe que pode ter consequências dramáticas a curto prazo.
Mau, de que é que estás a falar?
Sabes qual é o limite mínimo do nível de dióxido de carbono para suporte da vida, não sabes?

Medidas já!
Hoje em dia, vivemos em um mundo com muita poluição e devastação ambiental. E nesse mundo poluído, a Camada de Ozônio, é uma das vítimas da poluição terrestre. A Camada de Ozônio é a camada que nos protege dos raio ultra-violetas, raios solares que são muito prejudiciais á saúde. Além de poderem causar um extremo câncer de pele, capaz de deformar a parte do corpo onde esse raios atingiram. Os cloroflúorcarbonetos, mais conhecidos como CFC, são as causas do buraco na camada de ozônio.
Como pode se ver, o buraco se encontra bem na região da Antártica, onde atualmente, muitas das geleiras não sobrevivem e acabam derretendo num lugar que antes era frio. O país que mais libera os gases cloroflúorcarbonetos são os Estados Unidos. Em 1998, quando foi aberto para assinaturas o Tratado de Quioto, os Estados Unidos recusaram-se a assinar o Protocolo e disseram que diminuir a emissão desses gases afetariam a vasta e saudável economia do país. Outros países que não assinaram o Protocolo, foram a Austrália e o Alaska. Infelizmente só em 2005 o protocolo entrou em vigor, depois que a Rússia o ratificou em Novembro de 2004.


Consciência Global

06:27 PM, 11/4/2009 .. 0 comentários .. Link

 
*Introdução:
   A Consciência Global é uma questão social muito relevante, pois engloba tudo relacionado ao meio ambiente e o convívio social, uma vez que sejam implantadas políticas de conscientização eficientes.
  A Consciência Global precisa ser desenvolvida em todos os setores da sociedade, desde empresas até residências. O Aquecimento Global, o Efeito Estufa, a rarefação da camada de ozônio e a escassez de recursos minerais, como a água, estão interligados entre si e com a sociedade atual. Esta começa dentro de cada família, os pais ensinando seus filhos a cuidarem do Planeta. É preciso darmos um basta nesta errada consciência social, e desenvolvermos uma que nos ajude no desenvolvimento sustentável e na preservação do meio ambiente.
Aquecimento Global:
Hoje em dias, nos jornais, na tv, em todo lugar, ouvimos falar em algo chamado “Aquecimento Global”. Mas o que é isso ?
O Aquecimento global é o conjunto de processos que estão aumentando consideravelmente a temperatura do planeta. Dentre estes estão as emissões de gases poluentes na atmosfera, como gás carbônico e CFCs, através de carros movidos a combustíveis fósseis, aerossóis, desmatamentos e queimadas, além de usinas termelétricas.
Dentre suas conseqüências estão:
-         Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;

-         Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais , a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do Planeta Terra;
-         Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;

-      Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.
Como não contribuir com o aquecimento global:
É preciso evitar o desperdício de água, de energia elétrica e principalmente a emissão de poluentes na atmosfera.

SANTUARIO GANHA VIGILANCIA !!!

                   
                    

PRAÇA CENTRAL , POR DO SOL !!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

vista da cidade de canguçu                                                                    cidade :canguçu rs
santuario nossa Senhóra da Conceisão
         foto: charles tiago. s.vieira

A VIDA E O SOFRIMENTO


A Nobre Verdade do Sofrimento é esta: nascer é sofrer, envelhecer é sofrer, adoecer é sofrer, a morte é sofrer; pesares e lamentações, dor, preocupação e desespero são sofrimento; associação ao desagradável é sofrimento, dissociação do prazer é sofrimento; não se ter o que se quer é sofrimento…

Como todos, ao nascer, respirei o ar comum. Como todos, caí numa Terra de sofrimento. Como todos, a primeira coisa que fiz foi chorar.

Atirar-te-ão pedras e elas ferir-te-ão. A vida não é um negócio fácil. É um longo caminho em que estás mergulhado: e não podes evitar os passos em falso, os golpes e quedas, e de sentires cansaço e de abertamente desejares – mentindo a ti mesmo – a morte.
Séneca, 

Num lugar dirás adeus ao teu companheiro, a seguir enterrarás outro, e todas as vezes terás medo. Este é o tipo de coisas com que te defrontarás ao longo de toda a difícil caminhada que é a vida.

CADA IDADE TEM A SUA PERSPECTIVA DE VIDA

A idade altera a forma como se sente a vida. A juventude envolve sonhos e ilusões, optimismos e uma intensidade de sentimentos que os mais velhos não têm…


A passagem da juventude, à maturidade e à velhice, envolve experiências, verdades, reflexões novas, que alteram os nossos valores e a forma como vemos e sentimos a vida.

MUDANÇAS NA VIDA

As coisas não mudam, nós é que mudamos. O início de um hábito é como um fio invisível, mas cada vez que o repetimos o ato reforça o fio, acrescenta-lhe outro filamento, até que se torna um enorme cabo e nos prende de forma irremediável, no pensamento e ação.
Porque me tenho em teus braços, e sob a tua mão,quero a constância das marés para me aproximardos teus olhos de sal e de brandura.Se bem que meus braços não têm a firmeza da rocha,não temo a vertigem do firmamento inefávelnem a forma secreta como te escondes na brisa.Não te posso senão oferecer as minhas mãos vazias,para que em meus dedos coloques teu sangue;e porque o teu nome se diz com o corpo, quero cantaro mistério dos cedros e dos ribeiros.Porque me chamas com a voz do vento — eu vou.
Explicação da Natureza
E eu era como uma árvore e em minha seivacorria a música primordial das estaçõese eu estendia ramos como braços para aninhartodos os pássaros do céu e minhas raízesprocuravam o coração pulsante da terra comoquem se lança a um mar desconhecidoEm meu tronco a seiva fervilhava como lavaporque eu buscava o movimento vertical dos astrose em minha copa não havia folhaque não se agitasse com a emoção de sorrirà primavera e de tombar com o outonoE eu era como um rio de calmas águase as minhas margens campos férteis e o meu caudalcontinha em si o mistério das cheiase a melodia dos peixes inúmeros e todas as folhasque sossegadamente se tombavamAo anoitecer todos os astros refulgiam em meu leitoe com a luz prateada da lua e com o sussurroondulante da brisa eu me deixava conduziraté me perder no marE eu era como uma nuvem e não sabiase havia de chover sobre os homens