Porque me tenho em teus braços, e sob a tua mão,quero a constância das marés para me aproximardos teus olhos de sal e de brandura.Se bem que meus braços não têm a firmeza da rocha,não temo a vertigem do firmamento inefávelnem a forma secreta como te escondes na brisa.Não te posso senão oferecer as minhas mãos vazias,para que em meus dedos coloques teu sangue;e porque o teu nome se diz com o corpo, quero cantaro mistério dos cedros e dos ribeiros.Porque me chamas com a voz do vento — eu vou.
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